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Académica recebeu o líder Sporting
Polo Aquático

Este domingo assistiu-se a um excelente jogo de pólo aquático entre a AAC e o SCP. O Sporting, líder isolado e 100% vitorioso, era a equipa em que todos apostavam como vencedor e por números bem expressivos, tal como tinha sucedido na primeira volta - 21-5, mas os pupilos de Paulo Tejo entraram no jogo com outras intenções.
Exemplo disso foi terem sido a primeira equipa a inaugurar o marcador aos 40 segundos, através do central João Vicente, numa situação de mais um a favorecer os academistas. O SCP, apesar de ter criado boas situações de remates através do seu pivot, só conseguiu empatar a meio do primeiro período e passar para a frente do marcador a pouco mais de dois minutos do fim do período.
Poderia pensar-se que os academistas se iriam ressentir do jogo muito físico (tanto ao nível do contacto como ao nível da condição física) no segundo e restantes períodos. Tal não veio a suceder, muito devido a uma grande rotação de toda a equipa da AAC (onde estavam 3 juvenis), vindo a ganhar o parcial do segundo período por 3-2. Em destaque esteve o pivot Paulo Póvoa que marcou dois golos, um deles deles de belo efeito a 6 segundos do término do período. Ao intervalo, tal como tinha sucedido contra o Aminata, as equipas estavam empatadas a 4-4.
O terceiro e quarto período continuaram a mostrar uma académica concentrada e disciplinada, a não deixar a outra equipa criar situações de contra-ataque e a dificultar ao máximo o forte jogo interior do SCP. Apesar disso, veio ao de cima a melhor condição física, mais recursos no banco e maior experiência por parte do líder da segunda divisão, que conseguiu ganhar o terceiro e quarto período por 1-5 e 1-4. Apesar desta quebra, mais sentida no terceiro período, os academistas responderam bem, principalmente no último período, tendo desperdiçado 3 situações de superioridade, que teriam colocado mais justiça no resultado final do jogo: 6-13 a favor do SCP.

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Polo Aquático - 8ª jornada
Polo Aquático

8ª Jornada da 2º Divisão Sénior masculinos

AAC 7 vs AMINATA 16

(2-3; 3-2; 1-6; 1-5)

Piscina Lopes da Conceição - Coimbra

 

A Académica recebeu em casa uma das equipas mais fortes da 2ª divisão e uma das três candidatas ao título. Apesar da diferença de valores e experiência, acrescentada ao facto da  AAC não ter podido contar com o seu capitão, por ele ainda estar a recuperar de uma lesão contraída no último minuto  do jogo contra o Espinho, os pupilos de Paulo Tejo não se fizeram rogados e mostraram o seu melhor pólo aquático desta época - pelo menos nos dois primeiros períodos.

Devido à ausência do lateral Nuno Carrilho, a equipa de Coimbra começou o jogo com Paulo Póvoa a pivot, passando o pivot habitual Eduardo Gonçalves para o arco exterior, o veterano e capitão neste jogo Helder Santo jogou a ponta direita, relegando Daniel Castanheira para Lateral. Os únicos que não sofreram alterações nas suas posições habituais foram o ponta Pedro Gamboias e o central João Vicente. Foram mudanças já iniciadas nos treinos e algumas já evidentes no jogo contra o Espinho. Talvez por ainda estarem pouco rotinados, não se mostraram consistentes ao longo de todo o jogo, mas já se vêem os resultados destas opções tácticas.

Os primeiros 2 períodos foram marcados pelo equilíbrio, com poucas oportunidades claras de golo para os dois lados, terminando ambos com um parcial de 2-3 e 3-2, registando-se um empate a 5 golos no intervalo. De realçar duas perdidas ‘escandalosas’ por parte de Helder Santos e Paulo Póvoa, isolados à frente da baliza adversária, que infelizmente não foram concretizadas. Nestes dois períodos marcaram pela equipa da académica Paulo Póvoa, Daniel Castanheira e Eduardo Gonçalves, comprovando a sua mais valia nas suas novas posições de jogo.

Actualizado em Domingo, 07 Fevereiro 2010 23:02
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Académica avoluma ciclo de vitórias - domínio absoluto em juvenis masculinos
Natação Pura

Os nadadores da Associação Académica de Coimbra estiveram em destaque no Torneio Especialista. Dominaram em juvenis masculinos e ainda colocaram diversos atletas no pódio dos demais escalões. Para além do relevante número de triunfos alcançados, os estudantes ainda conseguiram melhorar um número significativo de tempos pessoais.

João André Neves (juvenil B) e Gustavo Madureira (juvenil A) foram as figuras de proa de uma comitiva constituída por 47 elementos, o segundo emblema mais representado na piscina curta de Cantanhede. O primeiro venceu a competição com 1572 pontos, superiorizando-se aos 50 (26.37 segundos), 100 (57.88 s) e 200 metros livres (2:02.95).
Já Gustavo Madureira subiu ao primeiro lugar com 1739 pontos, igualmente com três triunfos em outras tantas distâncias na mesma disciplina: 50 (24.88 s), 100 (54.83 s) e 200 m livres (2:04.10 minutos). As prestações de Madureira valeram-lhe o terceiro posto em absolutos.
Efectivamente, os pupilos de Miguel Antunes evidenciaram uma enorme superioridade neste escalão. Os restantes lugares do pódio vestiram o negro da Briosa: juvenis A – 2º Pedro Mendes (1588), 3º Ruben Carvalho (1525); juvenis B – 2º Francisco Rodrigues (1472), 3º Gustavo Ribeiro (1408). Pedro Mendes foi mesmo o mais rápido aos 100 (2:32.62 m) e 200 m bruços (1:10.85 m), enquanto Ruben Carvalho seguiu-lhe as braçadas nos 50 m bruços.
Ao vencer os 100 (56.67 s) e 200 m livres (2:01.99 m), o sénior Gonçalo Nuno Costa envergou a medalha de terceiro classificado. Pedro Fernandes, Tiago Lopes e André Lopes estiveram também em bom nível, somando vários triunfos nas técnicas de bruços e mariposa.
No sector feminino, Joana Oliveira (1524) classificou-se na segunda posição em juvenis. Necessitou de 2:18.55 minutos para vencer os 200 m livres, juntando nova vitória nos 100 m livres (1:05.70 m). Rita Ferreira (1514) igualou a proeza em seniores, sentindo novamente o peso das medalhas. Ana Rita Artur, Erica Costa e Bruna Pereira protagonizaram ainda boas performances ao longo da competição. 
 Os estudantes regressaram a Coimbra com os níveis de confiança elevados, dando assim sequência ao excelente conjunto de resultados que tem caracterizado este início de 2010.
Actualizado em Terça, 02 Fevereiro 2010 00:59
 
Académica confirma estatuto de bicampeã nacional em Masters
Masters

Os masters da Associação Académica de Coimbra protagonizaram mais uma gloriosa jornada competitiva para a cidade dos estudantes. No Open de Inverno, eis alguns números que ilustram a contínua superioridade exercida ao nível nacional: 17 recordes nacionais, 49 vitórias, 92 pódios alcançados, clube mais medalhado em seis escalões, maior número de inscritos (40 nadadores).
            Na competição rainha do calendário da Federação Portuguesa de Natação - juntamente com o Open de Verão, a Briosa defendeu, no último fim-de-semana, o estatuto de bicampeã nacional de masters, aumentando o seu já extenso registo de recordes nacionais e de triunfos neste evento.
Cumpre salientar que em três dezenas de provas disputadas, apenas nos 100 metros mariposa masculinos o pódio não premiou os joviais conimbricenses. O sector masculino estabeleceu 12 recordes nacionais, invertendo assim a tendência dos últimos tempos, e que dava mais protagonismo ao sexo oposto. As meninas masters acrescentaram cinco novos tempos.
No que respeita à estatística de medalhas conquistadas, os estudantes estiveram presentes no pódio dos mais premiados em 11 dos 16 escalões e categorias que constituíram o elenco de géneros e faixas etárias. Em seis dos quais foram mesmo os mais galardoados.
            De facto, a piscina de 25 metros da Mealhada assistiu a uma verdadeira festa da natação veterana, onde o emblema negro deu sequência à cultura vitoriosa que têm caracterizado o seu comportamento.
            No plano individual, Leonel Sousa Gomes (80-84) juntou oito novas marcas ao seu já longo registo, enquanto Pedro Alexandre Fernando (40-44 anos) arrebatou quatro triunfos, tantos como José Sarsfield Cabral (60-64). Sentiram também o gosto da vitória outros sete nadadores: Mario Pinto, (50-54), José Teixeira (55-59), António Rodrigues (70-74), Manuel Tenreiro, José Gonçalves, João Teixeira e Joaquim Fidalgo Freitas (60-64).
Em femininos, Teresa Oliveira (50-54) esteve em grande destaque, superiorizando ante a concorrência em cinco distâncias. No mesmo escalão, Margarida Torres, Isabel Monteiro e Ana Relvas subiram ao primeiro lugar. Com dois triunfos seguiram-se Eugénia Cunha (45-49), Marília Xavier Morias (80-84) e Maria Viegas (35-39). Luísa Oliveira (45-49) não deixou fugir a vitória nos 100 m costas.
Ao longo do torneio foram batidos 66 recordes nacionais (32 femininos e 28 masculinos). O Open de inverno registou mesmo a sua maior afluência em termos de emblemas e atletas inscritos: 321 participantes em representação de 41 clubes.
            A Associação de Natação de Aveiro e a Câmara Municipal da Mealhada agraciaram ainda os dois nadadores mais velhos em competição, Marília Xavier Morais (Académica), que competiu no escalão 80-84 anos, e Ilídio Pintadinho Santos (Portinado/85-89 anos).
 
Actualizado em Terça, 02 Fevereiro 2010 01:03
 
Ataque ineficaz
Polo Aquático

A AAC recebeu na piscina Luís Lopes da Conceição a outra equipa da segunda divisão de pólo aquático masculina que ainda não tinha conseguido qualquer vitória neste campeonato até à data. As expectativas eram muitas até porque os academistas mostraram mais argumentos nos seus dois últimos jogos contra o AQUA e o Povoense.
Se calhar por isso, a equipa da AAC entrou nervosa, sem conseguir desenvolver as suas jogadas de ataques e a jogar de forma atabalhoada. O Espinho, que baseia o seu jogo num forte pivot (formado nas escolas do Salgueiros), insistiu de início ao fim nesse seu ponto forte, que até os academistas conseguiram anular bem, sofrendo apenas 7 golos. O problema, neste jogo, esteve no ataque. Não só desperdiçaram situações de contra ataque que normalmente finalizam, como mostraram sempre um jogo de pivot fraco ou nada trabalhado, que apenas ajudou a defesa do Espinho. Associado a isso, a partir do 3º e 4ª período, que até iniciou a ganhar 2 -1, deixou de criar situações de perigo na baliza adversária porque afunilavam o jogo interior, com muitos jogadores nessa área e sem haver demarcações para circular a bola.

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